A Fifa divulgou ontem a logo da Copa das Confederações que acontecerá no ano que vem no Brasil. Será um aperitivo daquilo que teremos na Copa do Mundo. Por enquanto nada a comemorar. Faltando 500 dias para o início do evento, o Brasil continua com mil problemas, entre eles a falta de estádios, aeroportos, infraestrutura e morosidade nas decisões. Para piorar não temos seleção pelo menos um esqueleto da equipe que representará o país sede.
O tempo passou e o técnico Mano Menezes não conseguiu dar uma cara ao selecionado brasileiro. E não vou culpá-lo disso. O Brasil tem dificuldades há muito tempo. O ufanismo de viver da imagem de “país do futebol” iludiu dirigentes, imprensa e torcedores. O marketing foi competente em manter alguns jogadores de ótima qualidade no status de craques. Até segurou as pontas, mas agora não dá mais.
Se Dunga pagou caro por montar um time limitado na Copa de 2010, não será muito diferente em 2014. Mano terá que fazer o mesmo trabalho do ex-técnico. Apostar no talento de Neymar e formar um grupo fechado que buscará na força e comprometimento o hexa. O fator fundamental será o fato de jogar em casa com o apoio da torcida brasileira.
Qualquer outra coisa que se fale de diferente, é pura fantasia. Não adianta “dourar a pílula” como dizia meu avô. O Brasil perdeu qualidade e precisará de mais um reforço além de jogar em casa com a força da torcida: da sorte e que Deus também resolva dar uma mãozinha.








