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Oscar ainda “peita” a justiça. Só faltava essa!

domingo, 25 de março de 2012

Oscar tem três opções: acertar no diálogo sua volta ao Inter, jogar no São Paulo ou parar de jogar. É só escolher!

Um péssimo começo de carreira do meia-atacante Oscar. Com apenas 20 anos, já cometeu dois erros graves em se tratando de profissional de alto nível. Mal orientado por seu empresário, saiu de maneira sorrateira do Morumbi e agora está “peitando” a Justiça do Trabalho. Oscar esquece que o fato de não se apresentar ao São Paulo não é uma questão isolada entre ele e o clube. Quem determinou a vigência do contrato foi a justiça e não o tricolor.

Deveria chegar bem quietinho ao Morumbi e tentar um diálogo. A cada dia desobedecendo a justiça poderá servir de reforço contra ele em novas ações. Quando um juiz toma sua decisão, o despacho vem acompanhado de um “ CUMPRA-SE”. Oscar começou tudo errado e continua pisando na sujeira que fez.

As declarações que agridem o São Paulo e sua diretoria também são insanas. Gostando ou não a vida de Oscar está nas mãos dos dirigentes paulistas. O melhor caminho é se apresentar, sentar com os mandatários do São Paulo e explicar que sua vida é no Inter. O tricolor quer uma compensação por ter formado o jogador, nada mais justo. O São Paulo não pretende ficar com alguém contra a vontade, assim se houver entendimento todos os lados sairão satisfeitos. Caso a situação siga o rumo da birra e bronca, não tenho a menor dúvida: o esquentadinho Oscar levará a pior. As vidas de São Paulo, Inter e inclusive de seu empresário vão continuar, já não dá para dizer o mesmo do inconsequente Oscar

Oscar “empaçocou” a vida de Inter e São Paulo

quarta-feira, 21 de março de 2012

Oscar arranjou uma grande dor de cabeça ao romper contrato com o clube que o revelou.

O meu querido e saudoso avô Toni repetia incansavelmente: “se fizer merda não esfregue com plástico, vai espalhar tudo. Cate e depois limpe”. O imbróglio causado por Oscar ao romper contrato com o São Paulo e assinar outro no Internacional de Porto Alegre tem muito disso: rompeu o contrato, assinou contrato com outro clube sem ao menos receber a palavra definitiva do Ministério do Trabalho.

O tempo passou e agora a justiça exige que o meia-atacante se apresente, cumpra o compromisso interrompido. A partir da decisão, o contrato com o Inter simplesmente fica extinto. Uma bela dor de cabeça não só para o jogador porque passará receber o salário que ganhava no São Paulo (muito menor de que o valor atual no Inter), além da tremenda batalha judicial que São Paulo e Colorado vão travar.

A mania de jogador brasileiro não respeitar contrato dá nisso. A esmagadora maioria não entende que todo contrato tem direitos e deveres. Diante de qualquer adversidade simplesmente viram as costas e vão embora. Não vou isentar o Inter, deveria sentar e acertar tudo de uma vez com o São Paulo. Deixar a situação clara e definida. A situação mais cômoda é a do tricolor, na pior das hipóteses receberá uma boa grana por ter revelado Oscar. Ou então terá o jogador de volta. E este papo de que não quer jogar no Morumbi é “frescurite”. Oscar não vai deixar de lado uma carreira promissora e lucrativa. Se apertar a corda, volta ao Morumbi e até dá beijinhos no escudo do clube.

D’Ale volta. Quem sai, Dorival?

quinta-feira, 15 de março de 2012

D'Ale tem "cadeira cativa" no time. Quem sai para a sua volta?

O discurso de todo técnico quando se trata de ter sobrando jogadores de qualidade é sempre o mesmo: este é o tipo de problema que todo treinador gosta. Na prática não é bem assim, depende dos jogadores que estão em questão. Após a sensacional goleada de 5 a 0 sobre o Strongest da Bolívia, não tenho dúvida que a cabeça de Dorival Júnior vai ferver.

A goleada foi construída por lances de Oscar, Dátolo, Dagoberto e Damião. Os quatro sobraram, apesar da fragilidade dos bolivianos jogaram muita bola. O lesionado D’Alesandro não fez a menor falta, porém é D’Alesandro, um deus intocável no Beira-Rio. Após um jogo bem encaixado, como mexer no time? Só que Dorival vai mexer, porque D’Ale não fica no banco nem por decreto presidencial.

Tirar Oscar, não dá. Dátolo já comprovou que tem vaga no time. Damião marcou três e não tem lógica tirar o único centroavante. Dagoberto chegou com moral e no São Paulo criou uma série de crises quando era sacado. Difícil a missão de Dorival e com certeza logo deverá trazer problemas. Nenhum destes cinco tem perfil de aceitar a reserva. Algo me diz que as confusões de Dagoberto vão começar em breve.

Santos e Inter encaram a “primeira decisão”

terça-feira, 6 de março de 2012

D'Alessandro terá uma disputa especial na meia-cancha contra Ganso.

O jogo de amanhã entre Santos e Internacional na Vila Belmiro poderia muito bem ser a decisão da Taça Libertadores de América. Não só pela tradição dos dois clubes no torneio, também pela história recente, são os dois últimos campeões da disputa. Inter em 2010 e o Peixe no ano passado. Em comum, não conseguiram conquistar o título mundial de clubes e buscam uma nova oportunidade em 2012.

Não há dúvida da qualidade que estará em campo. Os dois elencos estão entre os melhores do Brasil e da América do Sul. Dos 22 jogadores escalados por Muricy e Dorival Júnior, mais da metade passou ou está jogando pela seleção brasileira ou argentina. Alguns embates bem interessantes. Na meia-cancha os talentosos e criativos Ganso e D’Alesandro, no ataque a genialidade de Neymar contra o oportunismo e qualidade de Leandro Damião.

Quem ganha? Esta é a pergunta do torcedor. Pode parecer repeteco do que escrevi acima, mas vai depender exatamente destes quatro jogadores. Quem estiver inspirado levará vantagem. Se os quatro jogarem tudo o que sabem, então vai dar empate e não um empate comum, de 3 a 3 pra cima.

Luxemburgo não acerta uma. Que fase, hein?

quinta-feira, 1 de março de 2012

A verdade com ou sem dor

Em menos de uma semana no comando do Grêmio, a maré de azar não largou o técnico Vanderlei Luxemburgo. Chegou a Porto Alegre e poderia assumir a equipe já no clássico diante do Inter. Preferiu esperar: o tricolor faturou o maior rival dentro do Beira-Rio. De cara seria “canonizado” pela galera tricolor. Perdeu uma grande chance, ou até não acreditou. Pensou que o Inter passaria fácil.

Assumiu na quinta-feira e no domingo decidiu o primeiro turno do Gauchão diante do Caxias. Perdeu nos pênaltis. Se valesse aquela máxima: a primeira impressão é a que fica, Luxa estaria condenado no Olímpico. No futebol é bem o oposto: vale mesmo a última impressão sempre atrelada à vitória.

Isso só acontece com quem está na fase ruim. Luxemburgo não consegue estabilizar a carreira, sempre depara com problemas. A campanha no Flamengo não foi tão decepcionante assim, campeão carioca de 2011 e quarto colocado no Brasileirão. Mesmo assim enfrentou diversas crises e as superou. No Grêmio a paciência é ainda mais curta. Caio Júnior que o diga.