O apelido de Imperador caiu muito bem em Adriano. Não um imperador qualquer, mas o maior deles: Nero César. E como o original, gosta de um incêndio, na verdade, sequência deles. O atacante coleciona crises psicológicas e profissionais.
Depois de um período mais calmo, o seu nome ressurge no noticiário policial após tiro acidental dentro de seu carro. Nem vou entrar na celeuma de quem disparou o tiro. A ligação de Adriano com armas é uma constante. Ficou famosa aquela foto em que aparece posando com uma AR-15, arma bastante utilizada por traficantes.
Adriano destruiu a sua carreira. O Corinthians ainda deu uma nova oportunidade, mas além de não jogar não é mais um profissional digno de integrar o elenco do campeão brasileiro. A imagem do clube pode ficar comprometida.
Lamentável o desperdício de qualidade. Nunca foi um craque, mas tinha raro poder de fogo dentro da área. Hoje o poder de fogo fica restrito às armas que carrega.








