Brasil e Holanda realizaram uma partida típica entre as duas seleções nos últimos 20 anos. Prevalece o futebol técnico, agudo, acompanhado de uma forte marcação, mas com pouca criatividade. Ninguém jogou na retranca, os dois times buscaram o gol, com a marcação bem encaixada e algumas chances perdidas determinaram o 0 a 0.
As vaias dos goianos ao final da partida não procedem. O brasileiro está viciado em achar a nossa seleção o máximo e obrigada passar por cima de todos, mesmo sendo uma Holanda, vice-campeã do mundo.
E os goianos ainda tiveram sorte de o meia-cancha Sneijder ( o craque do time) estar descansando para a EuroCopa, além de outros holandeses menos votados dispensados pela seleção holandesa.
No segundo tempo o Brasil partiu para cima e caso Sneijder estivesse em campo o “bicho ia pegar”. Sneijder joga muito e tem habilidade em deixar os atacantes na cara do gol. Resumindo, o resultado foi dentro do normal. Brasil e Holanda têm equipes equilibradas tantos nas virtudes quantos nos defeitos.





